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Inovação Brasileira na IAA Transportation: A VBC Sistemas em Destaque

A VBC Sistemas está participando da IAA Transportation, uma das maiores feiras de transporte e logística do mundo, em Hannover, Alemanha. Como convidada pela Anfir, a VBC está representando o Brasil e levando suas inovações em inclinômetros e sistemas de segurança para o mercado global. Nossos produtos, focados em segurança e eficiência no transporte basculante, já estão chamando a atenção dos visitantes da feira por sua tecnologia de ponta e soluções práticas para o setor.

Com destaque para o inclinômetro EVO de controle remoto, a VBC está mostrando como a tecnologia pode impactar diretamente a segurança e a eficiência operacional em veículos pesados. Essas soluções, que já são amplamente utilizadas no Brasil, estão ganhando reconhecimento internacional por sua precisão e capacidade de prevenir acidentes em operações de transporte.

A participação na IAA Transportation reforça a missão da VBC de não apenas atender às necessidades do mercado brasileiro, mas também expandir suas soluções para outros países. Estamos comprometidos em levar nossa inovação para novos mercados, oferecendo tecnologia de alta qualidade que pode transformar o setor global de transporte.

Acompanhe as novidades da VBC diretamente da Alemanha e saiba como estamos transformando o transporte!

VBC Sistemas Representa o Brasil na IAA Transportation na Alemanha

A VBC Sistemas está marcando presença na IAA Transportation, uma das maiores feiras globais de transporte e logística, realizada na Alemanha. Convidada pela Anfir (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários), a VBC tem a honra de ser uma das empresas brasileiras a apresentar suas inovações para o mercado internacional.

Na feira, a VBC destaca seus avançados inclinômetros, tecnologia essencial para garantir segurança no transporte basculante. Esses dispositivos são cada vez mais procurados em operações de transporte devido à precisão e confiabilidade que oferecem, alinhando-se com as demandas internacionais de segurança e eficiência.

Com esta participação, a VBC reafirma seu compromisso em levar as soluções brasileiras para o mundo, mostrando como a inovação no setor de transporte pode reduzir riscos operacionais e aumentar a competitividade.

Quer saber mais sobre as nossas inovações? Acompanhe as novidades da VBC na IAA Transportation e descubra como estamos transformando o futuro do transporte.

 

O MEI CAMINHONEIRO: UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA EMPREENDER NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

Introdução

Nos últimos anos, a categoria de caminhoneiros tem enfrentado transformações significativas no Brasil. Uma das mudanças mais notáveis é a criação do MEI Caminhoneiro, uma modalidade que traz benefícios e oportunidades únicas para os profissionais desse setor vital da economia. Anteriormente, as opções para formalização eram limitadas e muitas vezes inacessíveis. No entanto, com a introdução do MEI Caminhoneiro, as perspectivas para os trabalhadores rodoviários ganharam um novo horizonte.

Ampliando o Horizonte Financeiro

Antes dessa modalidade, os limites de faturamento eram uma barreira para muitos caminhoneiros que buscavam legalizar seus negócios. No entanto, com o MEI Caminhoneiro, o cenário mudou consideravelmente. Agora, os profissionais podem faturar até R$251.600,00 anualmente, um limite mais adequado para a situação da categoria.

Aspectos Financeiros e Benefícios

Ao aderir ao MEI Caminhoneiro, os profissionais agora pagam uma alíquota de 12% sobre o salário mínimo, em contraste com os 5% do regime anterior. Essa mudança reflete em uma contribuição mensal de R$158,40 para o INSS, proporcionando uma cobertura previdenciária mais robusta. Além disso, o MEI Caminhoneiro tem direito a benefícios como aposentadoria e afastamento remunerado em caso de doença ou licença-maternidade. Esses aspectos garantem maior segurança e tranquilidade para os caminhoneiros e suas famílias.

Elegibilidade e Oportunidades

Para se tornar um MEI Caminhoneiro, é necessário ter mais de 18 anos e não possuir participação em outras empresas. A modalidade abrange diversos tipos de transporte, incluindo municipal, intermunicipal, internacional, transporte de produtos perigosos e mudanças. No entanto é preciso ficar atento, pois existem algumas categorias que não podem se enquadrar no MEI Caminhoneiro. Um requisito essencial é que o caminhoneiro tenha seu registro regularizado na RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga) junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Obrigações e Vantagens do MEI Caminhoneiro

Ao adotar a modalidade MEI, o caminhoneiro deve cumprir algumas obrigações essenciais. Ele é responsável por pagar mensalmente as guias do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), declarar o Imposto de Renda anualmente e emitir notas fiscais de suas operações. Essas práticas são fundamentais para a conformidade legal e também abrem portas para a construção de uma reputação sólida no mercado.

Conclusão

O MEI Caminhoneiro veio como uma resposta direta às necessidades e anseios dos profissionais de transporte rodoviário. Com oportunidades financeiras expandidas, benefícios previdenciários aprimorados e um caminho claro para a formalização, essa modalidade oferece uma nova opção de formalização para os profissionais da estrada.

BITRENZÃO (BITREM), RODOTREM: o que são, afinal?

Todos são tecnicamente parecidos, mas é o tipo de operação que vai determinar qual é a melhor opção.

O Bitrenzão e o Rodotrem ganharam força no transporte rodoviário de carga nos últimos anos pela capacidade. Eles são compostos pela união de um cavalo-mecânico com dois semirreboques, resultando em uma composição de nove eixos com peso bruto total combinado (PBTC) de 74 t. Esse peso é a soma do caminhão, dos dois semirreboques e da carga.

Essas composições só podem ser tracionadas por cavalos-mecânicos 6×4, popularmente chamados caminhões traçados.

Por tamanha capacidade, esses veículos são comumente usados em operações de longas distâncias rodoviárias. Os implementos mais comuns nessas composições são graneleiro, basculante, sider, tanque e furgão. Aparentemente, Bitrenzão e Rodotrem parecem similares. Mas, são equipamentos bem diferentes, cuja escolha vai depender muito do perfil de aplicação.

Uma das principais diferenças entre o Bitrenzão é o Rodotrem é o peso. O Rodotrem é uma composição mais pesada em relação ao Bitrenzão por causa do “dolly”.

O “dolly” tem a função de fazer a ligação entre os dois semirreboques do Rodotrem. Ele acopla o semirreboque dianteiro por um engate e um cambão. Este faz a ligação com o semirreboque traseiro por meio de uma quinta-roda. O Rodotrem tem dois pontos de articulação, portanto, mais componentes. E, por isso, a estrutura do chassi é mais pesada.

Já o Bitrenzão só tem um ponto de articulação. Os dois semirreboques são engatados entre si por uma quinta-roda. Com relação a carga líquida, o Bitrenzão parece ser uma opção mais vantajosa.

O Bitrenzão pode até ser mais leve em relação ao Rodotrem. Mas, cada tipo de produto, graneleiro, tanque etc, tem a sua particularidade e o peso pode não fazer tanta diferença. É a operação que vai determinar qual semirreboque usar.

O Rodotrem com medida de caixa mais próxima do Bitrenzão, sem o cavalo-mecânico e sem adicionar os quase dois metros de espaço entre o “dolly”, mede 21 metros. Nessa composição, as duas caixas juntas pesam 14.680 kg. O Bitrenzão tem 20,9 m de comprimento somando-se só os dois semirreboques. Nessa configuração ele pesa 14.090 kg.

Considerando apenas a área útil de carga, o Rodotrem é 590 kg mais pesado que o Bitrenzão. Portanto, carrega menos carga líquida.

Em termos de distribuição de mercado por segmento, tem-se:

– Tanque: 99% dos operadores desse segmento utilizam o Bitrenzão porque ele é mais leve e transporta mais carga líquida.

– Graneleiro: 60% preferem o Rodotrem pelo menor desgaste dos pneus, já que rodam longas distâncias rodoviárias.

– Basculante: por questão de flexibilidade da descarga, 99% do mercado prefere o Rodotrem, porque a carga escoa pela parte traseira e a operação pode ser feita simultaneamente nas duas caixas. No Bitrem basculante, por uma questão construtiva, o semirreboque dianteiro só tomba para o lado, enquanto o traseiro tomba para trás. Dependendo do espaço do local de descarga, o descarregamento desse conjunto não pode ser feito ao mesmo tempo.

Outras curiosidades:

– O Bitrenzão é mais leve e chega a ser 8% a 10% mais barato que o Rodotrem. Mas, o volume de vendas no mercado interno é maior no Rodotrem, que custa em média R$ 236 mil.

– Os dois semirreboques do Rodotrem têm o mesmo comprimento. No Bitrenzão, por uma questão de distribuição de carga, o semirreboque dianteiro é menor que o traseiro.

– Tanto o Rodotrem como o Bitrenzão devem ter no mínimo 25 m e no máximo 30 m. Todavia, há locais, como algumas rodovias de São Paulo, que não permitem essas composições trafegarem à noite, se tiverem mais de 26 m de comprimento.

Existem ainda outras formas de se conjugar esses elementos como, por exemplo, o Tritrem. 

Neste caso, trata-se de uma Combinação de Veículo de Carga – CVC – formada por três semirreboques interligados através de quinta roda, ou seja com engates do tipo B, como acontece na combinação Bitrem. Esta CVC possibilita um PBTC de 74 toneladas, a mesma do Rodotrem, mas, devido às características específicas, são desenvolvidas especialmente para o transporte florestal e canavieiro.

Outras definições de modo mais generalizado e em resumo:

Romeu e Julieta: é um caminhão que traciona reboque;

Bitrem: é um cavalo tracionando dois semirreboques, engatados entre si por meio de uma segunda quinta-roda;

Tritrem: é um cavalo tracionando três semirreboques engatados por meio de duas quintas-rodas;

Rodotrem: é um cavalo tracionando dois semirreboques acoplados por meio de um “dolly” intermediário;

Treminhão: é um caminhão tracionando dois ou mais reboques, engatados por meio de ralas.

Pelo que se tem observado, o mercado para inclinômetros em Rodotrens, Bitrens, Tritrens, etc., no nosso país, tem se mostrado extremamente comprador, com poucas opções concorrentes.

Com certeza, a VBC, agora com o lançamento da linha Wireless, está apta e pronta para investir nesse mercado, a começar pela realização de testes experimentais que confirmem a positiva expectativa que se tem. Para se ter uma ideia, num intervalo de pouco mais de 2 meses, tivemos 2 consultas de duas Empresas transportadoras que atuam com esse tipo de transporte: uma em Belém e outra no noroeste do Paraná, demandando respectivamente 250 e 100 conjuntos operacionais.

 

Fontes referenciais:
– Disponível em: https://www.carrodegaragem.com/entenda-diferenca-entre-reboque-semi-reboque/
Acesso em ago.2020.
– Disponível em: https://blog.superbid.net/qual-a-diferenca-entre-reboque-e-semirreboque/
Acesso em ago.2020.

ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE REBOQUE E SEMIRREBOQUE

Muitas pessoas que não são do meio de veículos pesados não sabem diferenciar um reboque de um semirreboque. Para elas são praticamente a mesma coisa.

E a diferença entre os dois é realmente muito sutil. Para entendermos a diferença entre eles é necessário, primeiramente, saber um pouco mais sobre cada um separadamente.

Reboque é um veículo de carga independente, sem meio próprio de tração e que possui 2 ou mais eixos. Sua movimentação é articulada por meio de um veículo automotor, caminhão simples ou caminhão trator. Também pode ser engatado atrás de um semirreboque, muito utilizado nas usinas de cana de açúcar.

Já o Semirreboque, também é um veículo de carga independente e sem meio próprio de tração. Porém, sua tração deve ser realizada por caminhão trator e, normalmente, possui de 1 a 3 eixos.

Ele é acoplado ao caminhão por meio de um engate universal. Este faz a ligação entre o prato de acoplamento do caminhão e o pinhão de acoplamento do semirreboque.

Assim, a diferença entre o reboque e semirreboque é devida à apenas uma característica: o reboque transita atrelado (engatado) à um veículo enquanto o semirreboque apoia parte de sua unidade e de seu peso ao veículo trator.

E falando em semi-reboques, são vários os tipos:

  • Aberta: cargas em geral que não exigem proteção.
  • Fechada: cargas em geral que precisam de proteção contra ações do ambiente.
  • Frigorífica: cargas que precisam de temperatura controlada.
  • Basculante: cargas a granel que precisam ser despejadas.
  • Tanque: cargas líquidas a granel.
  • Cegonheira: transporte de veículos.
  • Porta-containers: como o nome já diz, transporte de containers em geral.
  • Zorra:  transporte de veículos pesados, tanques, maquinaria e outros.

Já que estamos falando sobre veículos de carga, saiba que há várias formas de combinação de veículos de carga (CVC), entre elas: romeu e julieta (caminhão mais dois reboques, um engatado no outro), bitrem (um cavalo mecânico tracionando 2 semi-reboques), rodotrem (dois semi-reboques ligados por dolly), tritem (3 semi-reboques ligados entre si) e treminhão (romeu e julieta mais reboque).

Se você é interessado por assuntos da área de veículos pesados, veja também os tipos de caminhões e os tipos de carretas que são encontrados no país.

Fontes referenciais:
– Disponível em: https://www.carrodegaragem.com/entenda-diferenca-entre-reboque-semi-reboque/
Acesso em ago.2020.
– Disponível em: https://blog.superbid.net/qual-a-diferenca-entre-reboque-e-semirreboque/
Acesso em ago.2020.