O MEI CAMINHONEIRO: UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA EMPREENDER NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

Introdução

Nos últimos anos, a categoria de caminhoneiros tem enfrentado transformações significativas no Brasil. Uma das mudanças mais notáveis é a criação do MEI Caminhoneiro, uma modalidade que traz benefícios e oportunidades únicas para os profissionais desse setor vital da economia. Anteriormente, as opções para formalização eram limitadas e muitas vezes inacessíveis. No entanto, com a introdução do MEI Caminhoneiro, as perspectivas para os trabalhadores rodoviários ganharam um novo horizonte.

Ampliando o Horizonte Financeiro

Antes dessa modalidade, os limites de faturamento eram uma barreira para muitos caminhoneiros que buscavam legalizar seus negócios. No entanto, com o MEI Caminhoneiro, o cenário mudou consideravelmente. Agora, os profissionais podem faturar até R$251.600,00 anualmente, um limite mais adequado para a situação da categoria.

Aspectos Financeiros e Benefícios

Ao aderir ao MEI Caminhoneiro, os profissionais agora pagam uma alíquota de 12% sobre o salário mínimo, em contraste com os 5% do regime anterior. Essa mudança reflete em uma contribuição mensal de R$158,40 para o INSS, proporcionando uma cobertura previdenciária mais robusta. Além disso, o MEI Caminhoneiro tem direito a benefícios como aposentadoria e afastamento remunerado em caso de doença ou licença-maternidade. Esses aspectos garantem maior segurança e tranquilidade para os caminhoneiros e suas famílias.

Elegibilidade e Oportunidades

Para se tornar um MEI Caminhoneiro, é necessário ter mais de 18 anos e não possuir participação em outras empresas. A modalidade abrange diversos tipos de transporte, incluindo municipal, intermunicipal, internacional, transporte de produtos perigosos e mudanças. No entanto é preciso ficar atento, pois existem algumas categorias que não podem se enquadrar no MEI Caminhoneiro. Um requisito essencial é que o caminhoneiro tenha seu registro regularizado na RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga) junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Obrigações e Vantagens do MEI Caminhoneiro

Ao adotar a modalidade MEI, o caminhoneiro deve cumprir algumas obrigações essenciais. Ele é responsável por pagar mensalmente as guias do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), declarar o Imposto de Renda anualmente e emitir notas fiscais de suas operações. Essas práticas são fundamentais para a conformidade legal e também abrem portas para a construção de uma reputação sólida no mercado.

Conclusão

O MEI Caminhoneiro veio como uma resposta direta às necessidades e anseios dos profissionais de transporte rodoviário. Com oportunidades financeiras expandidas, benefícios previdenciários aprimorados e um caminho claro para a formalização, essa modalidade oferece uma nova opção de formalização para os profissionais da estrada.

VOCÊ DEVE INVESTIR EM SOFT SKILLS!

Há uma discussão recente na Europa e nos Estados Unidos em que se debate a efetividade de se cursar uma faculdade. Nesses locais, os cursos normalmente são pagos e custam caro. Então, a depender da formação escolhida e do valor investido, pode ser que o retorno no longo prazo não valha a pena, principalmente quando comparado ao que se ganha em outras carreiras que dependem mais de soft skills do que de educação formal.

No Brasil, os dados indicam que talvez essa argumentação ainda não faça muito sentido. Uma pesquisa de 2017 da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que, por aqui, um trabalhador com curso superior ganha, em média, 140% a mais do que outro que tenha apenas o nível médio [1]. É a maior diferença dentre os 40 países analisados na pesquisa.

Porém, as soft skills têm sido cada vez mais exigidas em processos de seleção e no desenvolvimento de carreiras. Embora um curso superior ainda seja um grande diferencial, no médio prazo a tendência é que por aqui o cenário se aproxime ao desses outros países.

O que são soft skills?

O ensino formal, assim como a prática de dia-a-dia, pode possibilitar o desenvolvimento das chamadas hard skills. Assim são chamadas as habilidades tangíveis, que podem ser aprendidas em salas de aulas, com materiais didáticos ou mesmo no exercício do trabalho, por meio do aprendizado tácito.

Já as soft skills são aquelas habilidades subjetivas, de difícil mensuração. Geralmente são associadas às formas de interação, relacionamento e gerenciamento de pessoas, projetos e processos. Incluem tanto habilidades interpessoais quanto atributos de carreira. Podem ser observadas enquanto características da personalidade que servem para influenciar diretamente na dinâmica de um ambiente corporativo e, consequentemente, afetar diretamente a produtividade.

Capacidade de liderança, gestão do tempo, automotivação, inteligência emocional e poder de negociação são algumas das soft skills em destaque nos dias atuais.

Por que desenvolver habilidades interpessoais?

De acordo com dados da PNAD Contínua de 2016, apenas 15,3% dos brasileiros têm ensino superior completo [2]. Sabemos que ter cursado a faculdade aumenta as possibilidades de se ter um bom emprego, mas não é uma garantia. Principalmente nessa atual situação de crise, não é incomum relatos de recrutadores que encontram 40, 50 ou até mais candidatos com as qualificações exigidas pra uma vaga.

Nesse cenário, o desenvolvimento de habilidades interpessoais torna-se fundamental. Por exemplo, a boa capacidade de se fazer networking pode ajudar, inclusive, nessa etapa da busca por um emprego. As indicações podem fazer toda a diferença para se conseguir uma boa oportunidade!

Além disso, as empresas começaram a valorizar mais seus profissionais e o comportamento humano. Então, por mais que ainda existam instituições que insistem em colocar os resultados financeiros em primeiro lugar e que só reconhecem gestores e colaboradores que batem determinadas metas, já podemos observar um número grande de organizações preocupadas com o bem-estar e com o desenvolvimento de seus funcionários.

Com certeza, quanto mais as empresas caminham nessa direção, mais as habilidades interpessoais se tornam importantes. Pessoas que sabem lidar com pessoas, que sabem tirar o melhor de cada um, que estejam aptas a mediar e resolver conflitos, que tenham boa capacidade de empatia, que consigam se adaptar rapidamente às mudanças e que se comuniquem de modo a se fazer entender são consideradas recursos-chave nessa realidade.

Como se preparar para o futuro?

O primeiro passo para desenvolver soft skills é, com certeza, passar por um processo de autoconhecimento. Isso porque são competências que não estão relacionadas a um diploma, que não podemos simplesmente aplicar uma prova para determinar se alguém tem ou não tem. Então, se conhecer e reconhecer a necessidade de melhorar determinado ponto se torna imprescindível para essa evolução.

Desenvolver soft skills pode ser algo bastante individual e depende do tipo de competências que se quer fortalecer, bem como do gap entre o estado atual e o estado desejado. Não existe uma metodologia única, o que serve para algumas pessoas dificilmente se aplica a todas.

Ao longo do tempo, você perceberá que já tinha ou passou a ter determinadas competências por meio do seu próprio histórico profissional. Por exemplo, você verá que não faz sentido dizer que tem facilidade para atuar em equipe, como sendo um tópico de seu currículo, e sim fará o registro dos projetos nos quais você atuou, quais eram as formas de interação entre as pessoas e os resultados que essas equipes atingiram.

A melhor forma de se avaliar essa evolução é, sem dúvidas, por meio de feedbacks. Saber qual a percepção das outras pessoas, bem como da própria instituição em si, a respeito das suas principais soft skills, bem como o que acham que é necessário desenvolver, é essencial para seguir adiante.

Conhecimento não ocupa espaço. Mesmo que ainda seja necessário investir tempo e dinheiro em educação formal, fica claro que temos que nos preparar para essa realidade em que as soft skills serão tão ou mais importantes do que o saber que se aprende em bancos de escola. Quanto antes se toma consciência disso, mais aumentam as chances de se estar apto a lidar com essa situação e se antecipar ao que está por vir.

 

Fontes referenciais:
Pesquisa e texto elaborado/publicado como “artigo” no Portal “Negócios com Café”, em abril de
2018.
Texto-base para introdução do livro “O que eles não te ensinam na Faculdade – as 10 habilidades que
todo negócio exige”.
Matheus Santiago
Consultor de Gestão / Mentor / Autor / Professor

[1] Disponível em: https://read.oecd-ilibrary.org/education/education-at-a-glance-2017_eag-2017-
en#page1. Acesso em abr.2018.
[2] Disponível em:
https://ww2.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pnad_continua/default.sht
m. Acesso em abr.2018.
http://journals.sagepub.com/doi/pdf/10.1177/1080569912460400. Acesso em abr.2018
https://repositorio.iscte.pt/handle/10071/13243. Acesso em abr.2018.

BITRENZÃO (BITREM), RODOTREM: o que são, afinal?

Todos são tecnicamente parecidos, mas é o tipo de operação que vai determinar qual é a melhor opção.

O Bitrenzão e o Rodotrem ganharam força no transporte rodoviário de carga nos últimos anos pela capacidade. Eles são compostos pela união de um cavalo-mecânico com dois semirreboques, resultando em uma composição de nove eixos com peso bruto total combinado (PBTC) de 74 t. Esse peso é a soma do caminhão, dos dois semirreboques e da carga.

Essas composições só podem ser tracionadas por cavalos-mecânicos 6×4, popularmente chamados caminhões traçados.

Por tamanha capacidade, esses veículos são comumente usados em operações de longas distâncias rodoviárias. Os implementos mais comuns nessas composições são graneleiro, basculante, sider, tanque e furgão. Aparentemente, Bitrenzão e Rodotrem parecem similares. Mas, são equipamentos bem diferentes, cuja escolha vai depender muito do perfil de aplicação.

Uma das principais diferenças entre o Bitrenzão é o Rodotrem é o peso. O Rodotrem é uma composição mais pesada em relação ao Bitrenzão por causa do “dolly”.

O “dolly” tem a função de fazer a ligação entre os dois semirreboques do Rodotrem. Ele acopla o semirreboque dianteiro por um engate e um cambão. Este faz a ligação com o semirreboque traseiro por meio de uma quinta-roda. O Rodotrem tem dois pontos de articulação, portanto, mais componentes. E, por isso, a estrutura do chassi é mais pesada.

Já o Bitrenzão só tem um ponto de articulação. Os dois semirreboques são engatados entre si por uma quinta-roda. Com relação a carga líquida, o Bitrenzão parece ser uma opção mais vantajosa.

O Bitrenzão pode até ser mais leve em relação ao Rodotrem. Mas, cada tipo de produto, graneleiro, tanque etc, tem a sua particularidade e o peso pode não fazer tanta diferença. É a operação que vai determinar qual semirreboque usar.

O Rodotrem com medida de caixa mais próxima do Bitrenzão, sem o cavalo-mecânico e sem adicionar os quase dois metros de espaço entre o “dolly”, mede 21 metros. Nessa composição, as duas caixas juntas pesam 14.680 kg. O Bitrenzão tem 20,9 m de comprimento somando-se só os dois semirreboques. Nessa configuração ele pesa 14.090 kg.

Considerando apenas a área útil de carga, o Rodotrem é 590 kg mais pesado que o Bitrenzão. Portanto, carrega menos carga líquida.

Em termos de distribuição de mercado por segmento, tem-se:

– Tanque: 99% dos operadores desse segmento utilizam o Bitrenzão porque ele é mais leve e transporta mais carga líquida.

– Graneleiro: 60% preferem o Rodotrem pelo menor desgaste dos pneus, já que rodam longas distâncias rodoviárias.

– Basculante: por questão de flexibilidade da descarga, 99% do mercado prefere o Rodotrem, porque a carga escoa pela parte traseira e a operação pode ser feita simultaneamente nas duas caixas. No Bitrem basculante, por uma questão construtiva, o semirreboque dianteiro só tomba para o lado, enquanto o traseiro tomba para trás. Dependendo do espaço do local de descarga, o descarregamento desse conjunto não pode ser feito ao mesmo tempo.

Outras curiosidades:

– O Bitrenzão é mais leve e chega a ser 8% a 10% mais barato que o Rodotrem. Mas, o volume de vendas no mercado interno é maior no Rodotrem, que custa em média R$ 236 mil.

– Os dois semirreboques do Rodotrem têm o mesmo comprimento. No Bitrenzão, por uma questão de distribuição de carga, o semirreboque dianteiro é menor que o traseiro.

– Tanto o Rodotrem como o Bitrenzão devem ter no mínimo 25 m e no máximo 30 m. Todavia, há locais, como algumas rodovias de São Paulo, que não permitem essas composições trafegarem à noite, se tiverem mais de 26 m de comprimento.

Existem ainda outras formas de se conjugar esses elementos como, por exemplo, o Tritrem. 

Neste caso, trata-se de uma Combinação de Veículo de Carga – CVC – formada por três semirreboques interligados através de quinta roda, ou seja com engates do tipo B, como acontece na combinação Bitrem. Esta CVC possibilita um PBTC de 74 toneladas, a mesma do Rodotrem, mas, devido às características específicas, são desenvolvidas especialmente para o transporte florestal e canavieiro.

Outras definições de modo mais generalizado e em resumo:

Romeu e Julieta: é um caminhão que traciona reboque;

Bitrem: é um cavalo tracionando dois semirreboques, engatados entre si por meio de uma segunda quinta-roda;

Tritrem: é um cavalo tracionando três semirreboques engatados por meio de duas quintas-rodas;

Rodotrem: é um cavalo tracionando dois semirreboques acoplados por meio de um “dolly” intermediário;

Treminhão: é um caminhão tracionando dois ou mais reboques, engatados por meio de ralas.

Pelo que se tem observado, o mercado para inclinômetros em Rodotrens, Bitrens, Tritrens, etc., no nosso país, tem se mostrado extremamente comprador, com poucas opções concorrentes.

Com certeza, a VBC, agora com o lançamento da linha Wireless, está apta e pronta para investir nesse mercado, a começar pela realização de testes experimentais que confirmem a positiva expectativa que se tem. Para se ter uma ideia, num intervalo de pouco mais de 2 meses, tivemos 2 consultas de duas Empresas transportadoras que atuam com esse tipo de transporte: uma em Belém e outra no noroeste do Paraná, demandando respectivamente 250 e 100 conjuntos operacionais.

 

Fontes referenciais:
– Disponível em: https://www.carrodegaragem.com/entenda-diferenca-entre-reboque-semi-reboque/
Acesso em ago.2020.
– Disponível em: https://blog.superbid.net/qual-a-diferenca-entre-reboque-e-semirreboque/
Acesso em ago.2020.

ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE REBOQUE E SEMIRREBOQUE

Muitas pessoas que não são do meio de veículos pesados não sabem diferenciar um reboque de um semirreboque. Para elas são praticamente a mesma coisa.

E a diferença entre os dois é realmente muito sutil. Para entendermos a diferença entre eles é necessário, primeiramente, saber um pouco mais sobre cada um separadamente.

Reboque é um veículo de carga independente, sem meio próprio de tração e que possui 2 ou mais eixos. Sua movimentação é articulada por meio de um veículo automotor, caminhão simples ou caminhão trator. Também pode ser engatado atrás de um semirreboque, muito utilizado nas usinas de cana de açúcar.

Já o Semirreboque, também é um veículo de carga independente e sem meio próprio de tração. Porém, sua tração deve ser realizada por caminhão trator e, normalmente, possui de 1 a 3 eixos.

Ele é acoplado ao caminhão por meio de um engate universal. Este faz a ligação entre o prato de acoplamento do caminhão e o pinhão de acoplamento do semirreboque.

Assim, a diferença entre o reboque e semirreboque é devida à apenas uma característica: o reboque transita atrelado (engatado) à um veículo enquanto o semirreboque apoia parte de sua unidade e de seu peso ao veículo trator.

E falando em semi-reboques, são vários os tipos:

  • Aberta: cargas em geral que não exigem proteção.
  • Fechada: cargas em geral que precisam de proteção contra ações do ambiente.
  • Frigorífica: cargas que precisam de temperatura controlada.
  • Basculante: cargas a granel que precisam ser despejadas.
  • Tanque: cargas líquidas a granel.
  • Cegonheira: transporte de veículos.
  • Porta-containers: como o nome já diz, transporte de containers em geral.
  • Zorra:  transporte de veículos pesados, tanques, maquinaria e outros.

Já que estamos falando sobre veículos de carga, saiba que há várias formas de combinação de veículos de carga (CVC), entre elas: romeu e julieta (caminhão mais dois reboques, um engatado no outro), bitrem (um cavalo mecânico tracionando 2 semi-reboques), rodotrem (dois semi-reboques ligados por dolly), tritem (3 semi-reboques ligados entre si) e treminhão (romeu e julieta mais reboque).

Se você é interessado por assuntos da área de veículos pesados, veja também os tipos de caminhões e os tipos de carretas que são encontrados no país.

Fontes referenciais:
– Disponível em: https://www.carrodegaragem.com/entenda-diferenca-entre-reboque-semi-reboque/
Acesso em ago.2020.
– Disponível em: https://blog.superbid.net/qual-a-diferenca-entre-reboque-e-semirreboque/
Acesso em ago.2020.

A IMPORTÂNCIA DE UMA SUSPENSÃO NIVELADA

Compreender a importância da suspensão bem ajustada para a eficiência de um inclinômetro em um caminhão basculante é fundamental para garantir a segurança nas operações de basculamento.
A suspensão é responsável por manter o equilíbrio e a estabilidade do caminhão. Se a suspensão estiver torta ou desajustada, o centro de gravidade do caminhão não estará corretamente distribuído, o que pode afetar a eficiência do inclinômetro.
Quando um caminhão basculante com suspensão desajustada inicia o processo de basculamento, ele tende a tombar para o lado que está mais baixo, o que pode levar a acidentes graves. Se o inclinômetro estiver instalado, ele bloqueará imediatamente o basculamento quando perceber que o centro de gravidade do caminhão está elevado, e isso pode prejudicar a eficiência do equipamento.
Além disso, a suspensão desajustada pode afetar a precisão das leituras do inclinômetro, o que pode levar a erros na detecção de inclinações perigosas. Isso pode levar a um falso sentido de segurança e, consequentemente, colocar em risco a segurança do operador e das pessoas ao redor.
Portanto, é essencial que a suspensão esteja sempre bem ajustada antes de utilizar um caminhão basculante equipado com um inclinômetro. Verificar regularmente a suspensão e realizar manutenção preventiva é uma prática essencial para garantir a eficiência e a segurança do equipamento.
A utilização de um inclinômetro em um caminhão basculante é uma excelente forma de garantir a segurança nas operações de basculamento. No entanto, é necessário que a suspensão esteja corretamente ajustada para garantir a eficiência do equipamento. Sempre verifique regularmente a suspensão e realize manutenção preventiva para garantir que o inclinômetro esteja operando corretamente e ajudando a prevenir acidentes.